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segunda-feira, 25 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Arapuca de Narciso
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Nós somos a primeira geração não educada em escolas precárias, filhos de uma geração também não educada em escolas precárias.
Nosso organismo é frágil.
Temos o consenso do consumo.
Temos o consumo como única bandeira.
Criamos igrejas materialistas, inclusive.
Temos fetiches.
Temos fachadas.
Temos tido, e vamos tendo.
Arapuca de Narciso é espelho.
É liso, é limpo.
Não cerca, mas segura.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
MANTRA

O meu Eu desperta nesta manhã.
Recolhido em meu silêncio, busco o foco que me mantém fiel à verdade.
Em minha jornada, pago o meu tributo.
Dobro meus joelhos em respeito às três tarefas deste dia:
A primeira tarefa é:
Para o seu cumprimento, é preciso:
A segunda tarefa é:
Para o seu cumprimento, é preciso:
A terceira tarefa é:
Para o seu cumprimento, é preciso:
Como recompensa pela minha dedicação, receberei da vida a liberdade de que necessito para me manter junto à verdade.
O que é bom deve ser preservado e alimentado a cada manhã.
Enquanto cumpro as minhas tarefas, alimentarei três pensamentos positivos.
O primeiro pensamento é:
Ele deve ser pensado, memorizado e repetido.
O primeiro pensamento é:
O segundo pensamento é:
Ele deve ser pensado, memorizado e repetido.
O segundo pensamento é:
O terceiro pensamento é:
Ele deve ser pensado, memorizado e repetido.
O terceiro pensamento é:
O primeiro pensamento é:
O segundo pensamento é:
O terceiro pensamento é:
Neste dia sagrado, trarei comigo estes três pensamentos.
Lembrarei ainda do dia de ontem.
Honestamente, lembrarei das minhas faltas.
E hoje, nos minutos de silêncio, transformarei meu ser, trazendo conforto a mim e aos que me cercam.
Não serei tolo de banalizar o que é sagrado.
E a minha atenção é sagrada.
Não confundirei a natureza da vida e não me esquecerei de que o meu compromisso é pessoal.
O que é verdadeiro deve ser praticado.
De maneira ativa, e não passiva.
Sustentando o foco a cada segundo, manterei minha percepção apurada e meus sentidos próximos do Eu.
Por mim, o Cosmo compreende a si mesmo.
Trago comigo esse compromisso.
Filho de Gaia, em respeito à minha própria natureza.
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